Curitiba Segundo o Site Viaje Aqui

A capital paranaense ainda é uma cidade à qual o visitante de outras partes do país chega sem saber muito bem o que vai encontrar. Ele ouviu falar do plano urbanístico outrora exemplar, viu em fotos ou na TV as imagens de cartões-postais como o Teatro Ópera de Arame, o Jardim Botânico e a Rua 24 Horas (centro comercial).

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E sabe que em Curitiba acontece o prestigiado festival de teatro, entre os meses de março e abril.


  De fato, ele terá contato com tudo isso e algo mais, que merece ser descoberto no descompromissado ato de flanar: por exemplo, o curioso Museu Oscar Niemeyer, aberto em 2002, em formato de olho; o centro histórico preservado e em constante restauro e o charme dos cafés, butiques e ruas arborizadas do Batel Soho. Sem contar a gastronomia, representada pelo distrito de Santa Felicidade, que reúne cantinas italianas, e restaurantes em ascensão, caso do estrelado Durski, dono de uma senhora carta de vinhos, com mais de 1.800 rótulos. Com a Copa do Mundo de 2014, Curitiba terá a chance de mostrar todo esse repertório aos desavisados turistas brasileiros e estrangeiros que vierem lhe conhecer.
  COMO CHEGAR



  O Aeroporto Afonso Pena fica no município de São José dos Pinhais, a 18 km. Para chegar ao Centro de Curitiba, pegue um táxi (R$ 60, em média), um ônibus executivo (R$ 12, aeroporto executivo) ou um “ligeirinho”, o ônibus comum (R$ 2,60, saídas a cada dez minutos da estação-tubo que fica ao lado do estacionamento). Os dois últimos param na rodoferroviária, na região central, perto de hotéis (e aonde chegam ônibus interestaduais). Para quem vai de carro, o acesso é pela BR-116 (de São Paulo ou Porto Alegre), pela BR-277 (do litoral ou de Foz do Iguaçu) e pela BR-376 (de Ponta Grossa ou Joinville).
  COMO CIRCULAR
  No Centro, prefira chegar a pé ou de táxi (há poucas vagas para estacionar). Caso o deslocamento seja maior, use os ônibus, que fizeram de Curitiba um modelo internacional de transporte público. Presentes por todos os lados, os “tubos” são estações de integração em que dá para trocar de veículo sem pagar nova passagem. As avenidas Visconde de Guarapuava e 7 de Setembro ligam a região central ao Batel, onde está a maioria dos hotéis e restaurantes. Os parques ficam mais afastados (mas ciclovias interligam todas as áreas verdes).



Para quem está sem carro, uma opção grátis é o Leva e Traz, serviço de vans que busca o cliente na porta do hotel e o leva até um dos restaurantes participantes (veja a lista em Leva & Tras).
  Fonte: Viaje Aqui